Mulheres do PSOL definem calendário de lutas e prioridades de enfrentamento para 2025 no Diretório Nacional
A Setorial Nacional de Mulheres do PSOL aprovou por consenso no 1º Diretório Nacional do partido um calendário de lutas e as prioridades de enfrentamento para o ano de 2025. A resolução leva em consideração o acirramento das políticas de opressão às trabalhadoras e trabalhadores, mulheres, negras e negros e membros da comunidade LGBTIA+ em […]
6 mar 2025, 16:55 Tempo de leitura: 2 minutos, 5 segundos
A Setorial Nacional de Mulheres do PSOL aprovou por consenso no 1º Diretório Nacional do partido um calendário de lutas e as prioridades de enfrentamento para o ano de 2025.
A resolução leva em consideração o acirramento das políticas de opressão às trabalhadoras e trabalhadores, mulheres, negras e negros e membros da comunidade LGBTIA+ em todo o mundo, em especial após a eleição de Donald Trump e sua agenda neofascista. Esse novo período traz novos desafios também pela associação de CEOs das principais big techs do mundo, que dispõem de sua tecnologia e capital a favor da expansão da extrema-direita e do fascismo, ao governo Trump.
O movimento feminista tem como tarefa mobilizar a sociedade não apenas para pautas convencionalmente entendidas como do escopo do feminismo, mas também em defesa da democracia e contra a anistia dos golpistas de 8 de janeiro.
Internamente é preciso investir na construção de novas lideranças femininas, negras e LGBTIA+ e na garantia do seu direito de exercer seus mandatos sem a interferência de ameaças e violências ligadas às questões de gênero, raça, classe, identidade e sexualidade. A exigência de responsabilização dos mandantes e envolvidos na execução política de Marielle Franco sendo a ponta de lança do enfrentamento à violência de gênero do partido.
As pautas trabalhistas que tem movimentado a sociedade brasileira terão centralidade para as Mulheres do PSOL. São elas: enfrentamento às privatizações dos serviços públicos, da política econômica de austeridade fiscal, a urgente defesa de um plano econômico que paute a revogação do teto de gastos,o fim da escala de trabalho 6×1, a taxação das grandes fortunas e a redução dos juros.
Na política internacional, a Setorial de Mulheres segue em solidariedade ao povo Palestino, entendendo como tarefa feminista exigir a responsabilização dos crimes cometidos no território, o que inclui Benjamin Netanyahu, Donald Trump, Jair Bolsonaro e demais apoiadores do Estado de Israel.
Considerando esses elementos, a Setorial de Mulheres do PSOL compreende a urgência de ocuparmos as ruas contra a extrema-direita, contra todos os retrocessos dos direitos reprodutivos, contra a violência política de gênero, por justiça climática, pelo fim da escala 6×1 e pela vida de todas as mulheres!
Para ler a resolução completa e o calendário de lutas, clique aqui